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terça-feira, 28 de março de 2017

5º Eixo, 5 Elementos

O 5º eixo do PEAD iniciou ontem, e tivemos nossa primeira aula presencial, na interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação, coordenada pela Professora Aline Reis Hernandez. Tivemos também, a apresentação inicial, orientada pela Professora Simone Bicca, de Seminário Integrador, nosso calendário e sua disposição durante o semestre, que agora acontece concomitantemente ao calendário presencial da UFRGS. Teremos cinco interdisciplinas neste 5º eixo, além dos créditos que estarão mais numerosos.
Foi bom rever as/o colega(s) e colocar o papo em dia! Nos surpreendemos quão rápido já passou o tempo que estamos no PEAD, e todas as coisas que já fizemos e construímos nessa caminhada; o que nos faz pensar que estamos no caminho certo.
Das atividades que retomaremos no semestre e que, parece, permeará todas as interdisciplinas, será nosso Projeto de Aprendizagem, iniciado no eixo anterior. Porém, com novo visual, isto é, poderemos alterar os grupos e nossos temas/hipóteses, etc.
Fica a sensação de que há muito, muito trabalho pela frente, mas com ele também vem novos aprendizados e conquistas. 


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

FECHAMENTO

Na última segunda-feira, em nosso encontro presencial no PEAD, na interdisciplina de Seminário Integrador IV, coordenado pela professora Simone Charczuk, fizemos nossa apresentação, com nossos respectivos grupos de nossos Projetos de Aprendizagem. Foi muito interessante visualizar os mais variados temas que levantamos e  pesquisamos durante  o semestre; nossa integração e afinidades/diferenças, com nossos próprios grupos e o confronto, na apresentação oral de nossos PAs, com os outros grupos e seus temas.
O que ficou bastante claro para todas nós, é que o processo de pesquisa é inesgotável, e que a partir de uma única pergunta, ou questionamento simples, podemos abrir imensamente o leque das interrogações e dúvidas,  bem como das certezas e sugestões.
Além disso, desenvolvemos algumas formas de pesquisar práticas e elucidativas, como os mapas conceituais, as referências, assim como o registro no diário de bordo.
Interessante ressaltar que todo o processo foi se lapidando e que mesmo não estando pronto, nos aponta caminhos e nos dá um norte sobre os futuros rumos a seguir.
Concluímos, portanto, que pesquisar é tarefa salutar em nossa prática como educadores e também aprendentes que somos, de um mundo.., uma sociedade, e às vezes, até mesmo nosso pequeno grupo escolar, a qual está sempre em transformação.
Somente por meio dos mais diversos questionamentos e dúvidas é que chegaremos a algumas conclusões, que não encerram-se em si, porque muitas vezes criam e se abrem a mais e maiores indagações, que é tarefa e instrumento básico da educação, do aprender e do aprendizado que tanto queremos: crítico, construtivo e com autonomia.



sábado, 10 de dezembro de 2016

Auto-avaliação

Hoje, ao perpassar pelo moodle e revisar algumas pendências sobre atividades nas nossas quatro interdisciplinas, percebi que fizemos uma longa caminhada até aqui, e que estamos continuamente avançando em nosso aprendizado e construção do conhecimento. Obviamente, com a mediação de nossos professores e tutores, além das trocas incessantes com colegas do curso! Umas mais, outras menos, mas sempre presentes; algumas vezes nos grupos, por meio das mídias, que nós mesmas criamos, ou ainda, nas discussões nos fóruns, na escuta, no olhar, nos encontros presenciais, etc.
Me dei conta da importância de revisarmos pequenos detalhes em nossos trabalhos, textos e construções didático-pedagógicas, de usarmos as palavras apropriadas e principalmente de estruturarmos nosso discurso para aquilo que queremos transmitir, seja como educadores em sala de aula, seja como educandos, no PEAD.
Estamos nos dois lados da moeda desse processo educacional que ao mesmo tempo nos torna agentes e receptores do aprender.
É  com imensa satisfação que associo meus estudos no PEAD, com meus estudos  no Mestrado em Educação, também aqui nesta universidade, que tanto está me acrescentando positivamente, como profissional, aluna, cidadã, mas especialemente sobre as contínuas construções e desconstruções que faço a respeito de minha práxis, meus conceitos e paradigmas.
Voltar a estudar, depois de um longo tempo  e longe do ambiente acadêmico, nos coloca em um outro universo, que talvez seja o universo inteiro das crianças, as quais estudamos e  ensinamos, que é o de questionar, inquirir, discutir, debater e levantar minhas próprias hipóteses, abrir caminhos,  abrir portas e janelas que não necessariamente estivessem fechadas, mas que certamente entreabertas me impediam de ver o brilho que sai dos olhos  de quem aprende! 


domingo, 4 de dezembro de 2016

Memória e Registro

Chegando a mais um final de semestre, é possível avaliarmos algumas ações que foram marcantes em nossos estudos, no PEAD. Um deles, foi o trabalho que fizemos de pesquisa e resgate de nossos registros de memória, por meio da fotografia. A fotografia como arte, como documento, e como registro de memória histórica e documental.
É  por meio dela que resgatamos as imagens capturadas pela lente da máquina; mas não só a imagem pictográfica, mas o instante, a história e o tempo.
Parece-me, portanto, que o tempo, mais uma vez, o tempo como sujeito ontológico e filosófico de nossos pensares e práticas de vida, aparece no contexto acadêmico para nos sinalizar sua importância e as mais diversas formas que usamos para mensurá-lo em nossas passagens cronológicas.
É, portanto, a fotografia, um belo instrumento que manuseamos e pesquisamos, na interdisciplina de Representação do Mundo pelos Estudos Sociais que nos dá essa ferramenta e  meio para uma análise mais crítica e profunda sobre de que forma a imagem nos resgata a tempos passados, histórias, fatos, e principalmente ao memorial que nela esta registrado.
Importante, que não deixemos que a fotografia tenha a efemeridade dos flashes digitais das redes sociais, existentes num segundo e esquecidas após algumas centenas de outras imagens que se sobrepujam a um instante do mundo, das telas, dos toques, de algum mundo particular. Que é meu, mas que também pertence a todos e ao tempo..., à memória da imagem capturada!


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Multiplicação e Divisão a Toda Hora

Ontem, durante a leitura do artigo proposto pela interdisciplina de Representação do Mundo pela Matemática da revista Nova Escola, vimos,como ações comuns e práticas do dia a dia, podem acrescentar um mundo de possiblidades e  de aprendizado aos nossos alunos. Aprender matemática não se resume apenas a cálculos e muito menos à memorização forçada de regras e tabuadas. Aprender a mensurar e desenvolver o raciocínio lógico pode estar na construção do telhado da escola, como vimos no artigo, ou mesmo numa receita de cuzcuz
Desta forma, é importante que os professores das séries iniciais desenvolvam estratégias pdagógicas e até mesmo lúdicas para despertar nos pequenos a curiosidade e o gosto por novos aprendizados, sem necessariamente que haja pré-requisitos curriculares, que muitas vezes, amarram o trabalho dos professores e consequentemente não contemplam a possibilidade de desenvolver nos pequenos novas habilidades e competências. 


http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo4/matematica2/campo_multiplicativo/nova_escola_campo_multiplicativo.pdf

domingo, 20 de novembro de 2016

OCUPAÇÕES

Recebemos em nossas atividades on-line do PEAD, na interdisciplina de Estudos Sociais, a tarefa de desenvolvermos um portfólio, sobre o sentido de identidade. Como sugestão, nos foi dada a possibilidade de pesquisar sobre a história do Rio Grande do Sul ou de Porto Alegre, mas o tema estava em aberto, podendo abrir o diálogo para outros campos.
Decidi falar sobre o movimento das ocupações nas escolas do RS, nesse ano de 2016. Obviamente, trazendo à reflexão nosso cenário político e toda a série de mudanças que tivemos em nosso país, no pós-impeachment.
As ocupações, hoje, representam muito da identidade do estudante brasileiro e sua consciência quanto ao pertencimento às instituições públicas de ensino e cultura, de forma, que nos leva ao entendimento de que este mesmo jovem precisa ser ouvido, representado e acima de tudo precisa receber dignamente um serviço de qualidade, que busca nos locais de ensino e cultura.
Nossos jovens, ao ocuparem as instituições,  deram uma verdadeira aula de cidadania, cooperação e ressocialização do ambiente escolar. E é disso que o Brasil precisa, que ocupemos o lugar que pertence ao povo, que é dele de  direito, já que é por meio dele que um país se faz.


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

CHAPA 2

Estamos vivendo,  e vendo..., além de todo o cenário político, de nosso país, a vida social mudar e muito! O cidadão comum já não é mais o mesmo. Hoje, temos mais de 200 universidades e institutos superiores ocupados, por estudantes que protestam contra a chamada PEC da morte. A PEC 55, além da lei da mordaça, sobre a escola sem partido, como também sobre a lei que pretende reformar o Ensino Médio, em nível nacional. Todas essas alterações que mexem e mexerão em nossas vidas, seja como pais, professores e alunos, também adentrou o PEAD e é nesse clime de política e projetos públicos e sociais, voltdos à educação, que temos, após muitos anos de um jejum, sem disputas, Chapa 1 e 2.
Ouvimos os debates, suas propostas, seus obstáculos e entendemos que há muito que se fazer dentro da universidade pública, especialmente nas áreas das humanidades, base forte da Educação em todos os âmbitos que atuam. Desta forma, é salutar que nós entendamos o papel da Pedagogia a distância,  modalidade desenhada pelo programa do PEAD, dentro da UFRGS,  por meio da UBA, onde mesmo com um lay out totalmente próprio, temos nossas posições e queremos manifestá-las, pois que, a maioria de nós, professoras, estudantes do PEAD, atuamos em sala de aula, em nossas escolas e buscamos através dessa formação em nível de graduação, aprimorar nossos conhecimentos e reforçar nossa participação como estudantes em plena atuação, dentro da universidade pública, lugar que é nosso por direito e que deveria ser não somente de acesso a poucos, mas de pertencimento às maiorias.
Com esse pensamento forte, na estruturação e fortalecimento de um PEAD mais sólido para nossos futuros colegas  e  educadores, é que escolhemos a CHAPA 2 para nos representar nessa nova etapa de diretrizes e propostas, além de um espaço de diálogo e socialização entre as mais diversas áreas do pensar. Abaixo, disponibilizamos, nosso manifesto em apoio à Chapa 2:


MANIFESTO DISCENTE DE GRADUAÇÃO E DE PÓS-GRADUAÇÃO DE APOIO À CHAPA 2
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
Nós, graduand@s do curso de Licenciatura em Pedagogia Presencial e na Modalidade à Distância (PEAD) da FACED-UFRGS, manifestamos nosso apoio à CHAPA 2 “Acolhimento, Diálogo e Presença Acadêmica”, composta pelas professoras SIMONE VALDETE DOS SANTOS e CÍNTIA INÊS BOLL, que concorrem respectivamente à direção e vice-direção da FACED e convidamos você que também é alun@ DE GRADUAÇÃO OU DE PÓS-GRADUAÇÃO a fazer parte
deste manifesto conosco. Estamos vivendo um momento histórico na FACED-UFRGS que, após 24 anos, está tendo a oportunidade de exercer o direito democrático nessas eleições paritárias compostas por duas chapas para consulta à Direção.
Quem teve a oportunidade de participar dos debates presenciais ou online (disponíveis na pagina da FACED-UFRGS (https://www.facebook.com/pages/Faced-Ufrgs/154093414677965?fref=ts) pode constatar que as chapas têm como principal objetivo a gestão democrática. Nos debates que ocorreram a professora Simone Valdete dos Santos evidenciou claramente em seu discurso acerca de sua experiência frente a gestão da FACED, seus esforços empreendidos para que houvesse a 2a edição do PEAD como também elencou aspectos a serem melhorados envolvendo todos os segmentos da comunidade.
Nessa perspectiva, na busca por continuidade e qualificação para a próxima gestão, a professora Simone Valdete dos Santos tem como parceira a professora Cíntia Inês Boll com quem já trabalhou junto na 1a edição do PEAD. Dentro desse cenário, acreditamos que a CHAPA 2 “Acolhimento, Diálogo e Presença Acadêmica” (veja aqui algumas das propostas https://www.facebook.com/PausaPraOCafecomAChapa2/ ) reafirma o compromisso social e democrático com a educação pública e com os nossos direitos de discentes.
Portanto para que possamos efetivar nossa representatividade acadêmica, nossos interesses e desejos nessa luta diária, convidamos tod@s a votarem pelo PORTAL, COM LOGIN E SENHA, nos dias 17 e 18 vote na CHAPA 2 , nas professoras SIMONE e CÍNTIA!!!
Agradecemos o apoio de todxs!

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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Ciências





Esses vídeos foram propostos pela interdisciplina de Representação do mundo pelas Ciências.
Foi muito interessante e os alunos se divertiram bastante! Usamos nosso laboratório de Ciências da escola, para realizarmos a atividade.
Os alunos foram convidados aleatoriamente e só participou da experiência quem quis. Criamos um pequeno grupo no Face e colocamos vários comentários, o link das experiências e eles escolheram quais experiênias gostariam de fazer. Uma das experiências não deu certo e foi bastante produtiva mesmo assim, pois os estudantes puderam ver onde e como erraram nas etapas do experimento.


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Ocupa Faced

Impossível falar de educação e/ou mesmo fazer relações com nossas práticas educativas se não pararmos para refletir  sobre o que está acontecendo com nosso país. Estamos retrocedendo a passos largos e em breve é possível que caiamos no obscurantismo daqueles que ditam leis sórdidas em nossa nação, tirando direitos dos trabalhadores, sucateando a educação pública de qualidade e trazendo atrasos que nos acompanharão por gerações. 
Hoje, a Universidade federal do RS, a qual faço parte, como aluna da graduação e pós-graduação, dá um passo importante no confronto às medidas tomadas pelo governo interino, que desde que usurpou vem, sem qualquer escrúpulo, criando o clima de caos e desruição de nossa sociedade! 

Resistência UFRGS - Ocupa FACED
3 h
Manifesto do Ocupa FACED
Na assembléia
Nós, estudantes da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul ocupamos hoje o prédio da FACED, após deliberação em assembléia geral de estudantes. Lutamos pelo fim IMEDIATO da PL nº 193/2016 – Escola sem partido, da PEC nº 55 (Antiga 241) que congela por vinte anos os investimentos na educação, saúde e segurança e da MP nº 746/2016 do Ensino Médio que reformula o currículo da educação tornando facultativo, disciplinas como: Sociologia, Filosofia, Artes e Educação Física.
Enquanto educadoras e educadores em formação, reiteramos a importância de ocupar e resistir, principalmente, dentro dos espaços ligados à educação. Por isso, a FACED, que loca cursos como Pedagogia, Licenciatura em Educação do Campo, Pós Graduação em Educação e Pedagogia à Distância (além de várias disciplinas de outras licenciaturas), não poderia manter-se inerte à conjuntura nacional. Sendo assim, acreditamos que seja indispensável permanecer na luta contra mecanismos que sucateiam a educação, através de retrocessos deste governo ilegítimo.
Realizaremos nossa primeira assembléia dentro da ocupação hoje, às 19 horas. Por isso, convidamos as/os estudantes a se somarem nesta luta, participando deste movimento e ocupando, também, outros espaços dentro e fora desta universidade.
FORA TEMER!!!
Porto Alegre, 31 de outubro de 2016.


domingo, 23 de outubro de 2016

Michael Apple

Esta semana, assisti ao Seminário com Michael Appel, na Faced, e foi bastante produtivo para que pudéssemos  refletir a questão da ascenção da direita e do neoliberalismo em nosso país, e de que forma essas tendências..., que na verdade, desde sempre estiveram, aqui, em nosso país, acabam por tomar forças descomunais no cenário político, numa época de crise política, de golpes e desmandos no meio judiciário, à medida que vai enfraquecendo nossa tão jovem e frágil democracia.
Apple, infere que a educação é onde tudo acontece e é apenas o único meio para que uma nação possa estabelecer-se no cenário atual, levando em consideração as questões sociais e o indíviduo como um ser social, na sua integridade.
Durante o intervalo, saímos eu e mais dois colegas para o famoso café no Antônio e discutíamos como a situação estava caótica, e que discutir política tinha se tornado um ato ofensivo, colocar suas oponiões de forma clara e se posicionar a respeito de fatos que estão intimamente ligados à nossa história  era quase como um atestado de anarquia e caos.
Um dos professores, que trabalha na escola militar de POA, disse que (lá) enfrentam uma atmosfera de total repressão, com suas provas sendo revisadas por militares, para que se evite a qualquer custo qualquer menção ao cenário político atual.
Me pergunto: que país é esse? Voltei no tempo e ainda não sei?
Apple sugere ao final do seminário, que temos uma missão como educadores, que é a de evitar a ascenção da direita em nossas esferas, já que o conservadorismo, o radicalismo e a violência se sustentam muito bem nessa nuvem incerta de usurpadores e inquisidores justiceiros, apoiados por uma mídia marrom e golpista, que faz questão de ser parcial quanto aos desmandos que vive nossa nação. Lembrou também o importante papel de Paulo Freire em nossa educação e como devemos nos valer de seu trabalho como uma forma norteadora em nossa prática como educadores.