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quinta-feira, 31 de março de 2016

VER x OLHAR

Na última aula, no PEAD,  durante nossos debates e conversas, guiadas pela Professora Simone Charczuk, na interdisciplina de Seminário integrador III, pudemos contemplar com bastante clareza nossas diferenças e intepretações sobre um mesmo assunto,  e fazendo nossas reflexões acerca do ver e do olhar!

Aparentemente sinônimos, esses dois verbos têm muito a nos mostrar. Especialmente sobre nossas práticas em sala de aula e a forma como olhamos/vemos nossos alunos e tbm a nós mesmos e nosso mundo ao redor.

Requer que apreendamos para para aprendermos! Nos desloca de nossa posição e nos transfere para do macro para o microcosmo de nossas ações e acepções, muitas vezes desconcertando e confrontando ideias e é isso que a Pedagogia quer da gente, que nos desestabilizemos do status quo, que possamos sair da ilha para ver a ilha e assim, quemsabe, com novos olhares e visões de mundo quebremos paradigmas não pensados anteriormente!
Isso acontece quando, depois de vermos, paramos para olhar! Foi assim, talvez, que Eva viu o mundo! E tudo começou!

quarta-feira, 23 de março de 2016

Para Weston (2009), argumentar é "[...] apresentar um conjunto de razões ou provas que fundamentam uma conclusão." Para o autor, podem existir argumentos frágeis e alguns outros mais consistentes. Nesse sentido construir argumentos é um meio de investigação, de explicar e defender uma ideia. Por isso perguntamos: sobre que conteúdo(s) você quer postar? como pretende argumentá-lo?

Foi com este foco que abrimos nosso último encontro no PEAD, nos questionando e argumentando acerca de nossas postagens e como elas podiam ser um mecanismo de construção em nosso processo de escrita, como futuras pedagogas, professoras, mas por ora estudantes; e também sobre as questões que envolvem o ato de escrever em si, levando em conta que temos um fazer acadêmico e que nossos textos devem refletir não só nosso aprendizado bem como deve mediar a leitura de quem o lê, e a forma que esse leitor recebe é que nos faz pensar, e construir um texto cada vez mais elaborado com prerrogativas de sustenção e coesão quanto aquilo que pretendemos transmitir.

Nossas discussões em grupo nos levam a crer que é preciso  muita caminhada além de um olhar mais criterioso e de certa forma isento na comparação com outros, podendo-se assim divagar e criar de forma mais espontânea nossos aprendizados e entendimentos.
Entendemos que no processo de construção de nossas postagens vamos aperfeiçoando nossos métodos e criando espaços para o diálogo e a troca com outros colegas, observando seus comentários e pontos de vista.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Volta PEAD




Gurias e guris, volta às aulas, volta as nossas leituras e as tarefas do moodle. O seminário integrador/enlouquecedor! É  muito bom poder regressar e saber que novos aprendizados nos aguardam e principalmente que  nosso encontro nos dá a oportunidade de encontrarmos pessoas que estão traçando o mesmo caminho, possivelmente com as mesmas dúvidas e desejos.. Já se deram conta que  passou um ano? Pois é, cada vez que posto algo aqui no portfólio sobre nosso inícios, me lembro da minha largada no curso e do Poema do Mário Quintana - "O Tempo!" E é pensando nisso que me abasteço de forças para continuar perseguindo um objetivo, que é chegar ao final do curso, com ótimo aproveitamento e condições de exercer meu papel profissional de forma ética e competente!
Bom retorno a todas  e todos e muito estudo!

http://pensador.uol.com.br/frase/MTc0MDg/

sábado, 5 de dezembro de 2015

Conclusão

Hoje,  fizemos nossas considerações finais, para o Seminário Integrador - Eixo II. Enquanto escrevia muitas leituras, falas e reflexões me ocorreram, mas tínhamos um número limitado de páginas e portanto, tinha de  fazer uma escrita sintética de meu aprendizado durante o semestre envolvendo nossas disciplinas no PEAD.
Só posso dizer que valeu a pena e que mesmo com o acúmulo de tarefas, às vezes de forma esgotada e pensando que não haveria tempo hábil pra tudo, posso afirmar que passamos mais uma etapa.
Sinto-me privilegiada por fazer parte desta universidade e ter a oportunidade de concretizar  por meio de de minhas palavras, nossas ações acadêmicas, que devem, obviamente, ir ao encontro de nossa práxis e nossos ideais éticos e profissionais. Que venha o terceiro trimestre!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A onda

Hoje em minha escola, tivemos toque de recolher! Sim, nunca pensei que fosse ouvir isso; não aqui, na minha Porto Alegre da "paz"; da maneira que está acontecendo, não só aqui mas em nossas cidades por todo o Brasil. Quando peguei minha filha na escola, ela me pergunta: "mãe, qual foi a última vez que tu lembra de ter ouvido toque de recolher?" Falei: na verdade, eu mesma não convivia ou sabia da naturalidade desse termo, mas meus pais, sim! Os adultos em geral, na minha infância, falavam sobre isso e no meu imaginário, sabia que não era algo bom ou que as pessoas à volta sentissem algum conforto com aquilo.
Hoje, nosso toque de recolher é determinado por bandidos e traficantes que articuladamente mandam e autorizam ataques coordenados nas cidades e capitais!  Ações feitas diretamente de dentro dos presídios. E nós, que temos "liberdade", estamos aqui,  presos em nossas casas, nossas crianças impossibilitadas, muitas vezes de irem às escolas, pais e mães deixando de trabalhar.
Tudo isso, todo esse tsunami de violência a que estamos expostos, especialmente em nossa capital, a mais meridional do país, no Estado que foi celeiro do Brasil, na terra dos gaúchos..., o crime tomou conta! E de forma mais séria do que podemos pensar!
Fazendo  alusão ao filme "A Onda", proposto na disciplina de Psicologia,  podemos entender como a onda pode ser tantos movimentos sociais e consequentemente psicológicos a que nos definimos como povo, sociedade e ser habitante deste planeta! Confinamos nossas vidas ao medo coletivo, ao  pânico desenfreado e  à depressão por detràs dos muros de nossas casas, que cada vez mais altos, nos aprisionam, cada vez mais cercados, nos alienamos! Até a próxima onda...

domingo, 22 de novembro de 2015

Que país é esse?

Poesia sobre a leitura O Manifesto dos Pioneiros.



Que país é esse?
Sonho um país de gente educada,
Onde o bandido não manda nada!
Um país de gente séria,
Bem longe dessa miséria!
E não fica lá em Pasárgada...
Fica aqui,  na rua alagada!
Sonho um país de gente boa,
Com respeito à toda pessoa!
Um país de gente honesta,
que respeita sua floresta;
E não fica lá em Miami,
Fica aqui, com essa madame...
Sonho um país de gente sã,
Seja cristã,  judia ou pagã!
Um país com todos na escola,
Onde livro  é melhor que bola!
E não fica  lá pela Europa,
Fica aqui,  no país da Copa!


sábado, 21 de novembro de 2015

Manisfesto Pela Educação

Estamos analisando na disciplina de Fundamentos da Educação com Enfoque Histórico o "Manifesto dos Pioneiros", documento tecido por vários autores, dentre eles, Cecília Meireles.

O texto com cunho social e filosófico nos coloca sobre os pontos a serem trabalhados para a grande mudança que deve ocorrer nos níveis gerais de educação no Brasil e como essas transformações têm acontecido,desde a parte física das escolas, como os planejamentos curriculares; as quais, educadores de todo o Brasil seguem há anos, como método e até mesmo "modus operandi" do seu fazer pedagógico. 

No texto destacamos a necessidade que se faz expressamente presente nos cursos superiores quanto à mentalidade em relação à forma como valorizamos o ensino e o sistema educacional, basicamente pautados e focados em algumas profissões ditas "mais valorizadas". Dessa forma,  o texto aponta e clama pela pesquisa e novos pensares, especialmente nas  áreas das humanidades, filosofia e letras.
"É a universidade, no conjunto de suas instituições de alta cultura, prepostas ao estudo científico dos grandes problemas nacionais, que nos dará os meios de combater a facilidade de tudo admitir; o ceticismo de nada escolher nem julgar; a falta de crítica, por falta de espírito de síntese; a indiferença ou a neutralidade no terreno das idéias; a ignorância “da mais humana de todas as operações intelectuais, que é a de tomar partido”, e a tendência e o espírito fácil de substituir os princípios (ainda que provisórios) pelo paradoxo e pelo humor, esses recursos desesperados."



sábado, 31 de outubro de 2015

Erotização infantil

Esta semana, assistimos um vídeo na disciplina de Infãncias que nos apontou para algo muito sério que vivemos não só na educação mas que é amplamente divulgado pela mídia através de propaganda, outdoors, televisão, internet, revistas, jornais, matérias de consumo, música etc., e trata-se da erotização relacionada à imagem infantil.
Num tom, muitas vezes, subliminar, a veiculação da imagem infantil como forma de publicidade atraindo para o consumo e apelo sexual, muitas vezes, acaba encobrindo um problema não só social, mas histórico e  cultural em nossa sociedade, onde a imagem, especialmente de meninas, em fotos sensuais ou imitando mulheres em poses sexualizadas se faz presente e de forma muito natural.
Na educação, é muito importante que tenhamos esse viés crítico do panorama que se apresenta, envolvendo nossas crianças, instrumentalizando-as para um público muitas vezes, pedófilo e que estimula de forma dissimulada a precocidade da sexualidade infantil, de forma pornográfica, roubando desta forma todo o processo que é natural da criança e que passa por estágios diversos até formar o adulto consciente e sexualmente saudável.

domingo, 25 de outubro de 2015

Freud e a Educação


Na disciplina de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia pudemos ter uma visão geral da vida e obra de Freud, o pai da Psicanálise, bem como algumas de suas teorias que tão fortemente servem à educação e à aprendizagem, como os mecanismos de defesa, reclaques, traumas, etc;  e como nossa mente atua de forma a nos sugerir, simbolizar, transferir e escapar, muitas vezes, sublimar, de situações a que estamos expostos no decorrer de nossas vidas profissionais, pessoais e afetivas.
Freud, não só nos sugere uma parada para a auto-análise como a forma  que olhamos o outro que vive nesse processo diário de interação conosco. Em nosso  caso, especificamente, a escola, o aluno.