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domingo, 22 de novembro de 2015

Que país é esse?

Poesia sobre a leitura O Manifesto dos Pioneiros.



Que país é esse?
Sonho um país de gente educada,
Onde o bandido não manda nada!
Um país de gente séria,
Bem longe dessa miséria!
E não fica lá em Pasárgada...
Fica aqui,  na rua alagada!
Sonho um país de gente boa,
Com respeito à toda pessoa!
Um país de gente honesta,
que respeita sua floresta;
E não fica lá em Miami,
Fica aqui, com essa madame...
Sonho um país de gente sã,
Seja cristã,  judia ou pagã!
Um país com todos na escola,
Onde livro  é melhor que bola!
E não fica  lá pela Europa,
Fica aqui,  no país da Copa!


sábado, 21 de novembro de 2015

Manisfesto Pela Educação

Estamos analisando na disciplina de Fundamentos da Educação com Enfoque Histórico o "Manifesto dos Pioneiros", documento tecido por vários autores, dentre eles, Cecília Meireles.

O texto com cunho social e filosófico nos coloca sobre os pontos a serem trabalhados para a grande mudança que deve ocorrer nos níveis gerais de educação no Brasil e como essas transformações têm acontecido,desde a parte física das escolas, como os planejamentos curriculares; as quais, educadores de todo o Brasil seguem há anos, como método e até mesmo "modus operandi" do seu fazer pedagógico. 

No texto destacamos a necessidade que se faz expressamente presente nos cursos superiores quanto à mentalidade em relação à forma como valorizamos o ensino e o sistema educacional, basicamente pautados e focados em algumas profissões ditas "mais valorizadas". Dessa forma,  o texto aponta e clama pela pesquisa e novos pensares, especialmente nas  áreas das humanidades, filosofia e letras.
"É a universidade, no conjunto de suas instituições de alta cultura, prepostas ao estudo científico dos grandes problemas nacionais, que nos dará os meios de combater a facilidade de tudo admitir; o ceticismo de nada escolher nem julgar; a falta de crítica, por falta de espírito de síntese; a indiferença ou a neutralidade no terreno das idéias; a ignorância “da mais humana de todas as operações intelectuais, que é a de tomar partido”, e a tendência e o espírito fácil de substituir os princípios (ainda que provisórios) pelo paradoxo e pelo humor, esses recursos desesperados."



sábado, 31 de outubro de 2015

Erotização infantil

Esta semana, assistimos um vídeo na disciplina de Infãncias que nos apontou para algo muito sério que vivemos não só na educação mas que é amplamente divulgado pela mídia através de propaganda, outdoors, televisão, internet, revistas, jornais, matérias de consumo, música etc., e trata-se da erotização relacionada à imagem infantil.
Num tom, muitas vezes, subliminar, a veiculação da imagem infantil como forma de publicidade atraindo para o consumo e apelo sexual, muitas vezes, acaba encobrindo um problema não só social, mas histórico e  cultural em nossa sociedade, onde a imagem, especialmente de meninas, em fotos sensuais ou imitando mulheres em poses sexualizadas se faz presente e de forma muito natural.
Na educação, é muito importante que tenhamos esse viés crítico do panorama que se apresenta, envolvendo nossas crianças, instrumentalizando-as para um público muitas vezes, pedófilo e que estimula de forma dissimulada a precocidade da sexualidade infantil, de forma pornográfica, roubando desta forma todo o processo que é natural da criança e que passa por estágios diversos até formar o adulto consciente e sexualmente saudável.

domingo, 25 de outubro de 2015

Freud e a Educação


Na disciplina de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia pudemos ter uma visão geral da vida e obra de Freud, o pai da Psicanálise, bem como algumas de suas teorias que tão fortemente servem à educação e à aprendizagem, como os mecanismos de defesa, reclaques, traumas, etc;  e como nossa mente atua de forma a nos sugerir, simbolizar, transferir e escapar, muitas vezes, sublimar, de situações a que estamos expostos no decorrer de nossas vidas profissionais, pessoais e afetivas.
Freud, não só nos sugere uma parada para a auto-análise como a forma  que olhamos o outro que vive nesse processo diário de interação conosco. Em nosso  caso, especificamente, a escola, o aluno.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Dia do professor II

Toda vez que precisamos ser fortemente lembrados por um dia, é porque algo na sociedade não vai bem!
E isso é exatamente a sensação que temos quando falamos do profissional da educação - o Professor!
Sim, escrevo com letra maíuscula, apesar de nossa gramática assim, não fazê-lo, em relação à palavra!
Muito raro ouvirmos pais dizendo ou sonhando para o futuro de seus filhos uma carreira no magistério, especialmente em nossas escolas públicas.
Professor em nosso país é digno de pena e muito mais lembrado porque é visto como o "coitado", o sem opção.
Enquanto uma sociedade doente de educação,  não souber que não há tecnologia no mundo que desperte o desejo por aprender e/ou ensinar, a figura do professor infelizmente será vista de forma deturpada e condescendente.
Fora  o descaso com aquilo que se pensa ser um "dom" e não uma profissão como outra qualquer, há ainda a questão sacerdotal que cria um verdadeiro invólucro na imagem do professor.
Durante a leitura do texto Maquinaria Escolar, podemos ter uma ideia bem marcante de como a Igreja instituída através dos seus parâmetros socio-educativos, até hoje nos consome com a ideia de sala de aula, professor, forma de passar o conhecimento, etc
Vivemos ainda, em muitas áreas, como na Idade Média, ensinando como os antigos frades, e talvez por isso ainda, muitos pensam a figura do professor  como um salvador! Pensemos!
Professor não é clérigo, Professor não é monge, Professor  não é pai e mãe. Professor é Professor!

Dia do Professor

Eu tenho uma espécie de dever
de dever de sonhar
de sonhar sempre, 
pois, sendo mais que uma espectadora de mim mesma
eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso.
E assim me construo a ouro e sedas, 
em salas supostas,
invento palco, cenário 
para viver o meu sonho,
entre luzes brandas e músicas invisíveis.

Sonho impossível

Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite provável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar este mundo, cravar este chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã este chão que eu deixei
Por meu leito e perdão
Por saber que valeu
Delirar e morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão" Sonho Impossível - Fernando Pessoa

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Maquinaria Escolar

Ao concluir o texto proposto em uma de nossas interdisciplinas, A maquinaria escolar, me dei conta de quanto ainda somos influenciados pela formação institucional escolástica!
A estrutura, mesmo física, do que entendemos como escola, ainda é basicamente a mesma da época medieval! Classes que aprisionam a corporeidade do estudante, limitando sua expressão total num contexto castrador e disciplinante!
A máquina do Estado que coloniza arquitetonicamente como devemos ser, pensar e adquirir conhecimento. O professor, um transmissor do que se pensa o conhecimento! Mensageiro de mensagens prontas!

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Boas-vindas!









Hoje foi um dia especial  em nosso PEAD, pois  tivemos a oportunidade de dar às boas-vindas  às nossas colegas novas.
Como dinâmica de acolhida às novatas,  cada colega se dispôs a entregar um bombom e uma palavra,  de forma que a   aluna que agora ingressa possa  se tornar guardiã  desta palavra, durante o semestre em que iremos acompanhá-las e auxiliá-las no processo de integração do curso.
Minha palavra de acolhida a minha mais nova colega, Daniela Paixão,  foram: DESEJO e PERSEVERANÇA. Desejo, porque nada se faz sem que haja uma vontade enorme de realizar aquilo que almejamos para o nosso futuro. E perseverança porque sabemos que será longa a caminhada e precisaremos nos manter no eixo de nossos desejos e sonhos. Um deles, é o estar aqui!

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Apresentação Oral ou Missão Impossível?

Durante o período pré-apresentação estavámos todos no grupo, muito ansiosos. Muito mesmo! Ninguém sabia direito como seriam os critérios de avaliação, além do nervosismo de ter que expressar em palavras tudo aquilo que éramos para o grande grupo e tudo aquilo que a nova etapa representava para nós, míseros mortais!
Alguns pareciam estar à deriva e eu também não me sentia em solo tão firme assim, apesar de que fiz tudo que fora solicitado conforme meus entendimentos e minhas orientações que procurei buscar junto às tutoras. Isso foi uma espécie de "salvação" para alguns de nós, porque o prazo se aproximava  e ainda tínhamos as tarefas das interdisciplinas que não paravam de chegar como uma enxurrada de novas e diferentes  coisas,  e a  cada dia aquele/esse  protfólio crescia como um monstro que alimentávamos com palavras, textos e reflexões a partir de nossas aprendizagens. Talvez nem estavámos nos dando conta do que criávamos, mas estava saindo..., de alguma forma sabíamos disso! Não havia mais como voltar atrás.
No dia da apresentação, para ajudar ainda mais com o clima de tensão, cheguei atrasada e já haviam começado. Aquilo me deixou um pouco deslocada mas vamos lá, é pra isso que estou aqui. Apesar de tudo, não me senti despreparada, pois estava tudo conectado.  Comecei mentalmente a fazer um link de minhas possíveis falas e ver os colegas também se colocando ajudou naquilo que eu deveria expressar para tornar a minha fala algo que pudesse ajudá-los, também.
Enfim, chegou minha vez, uma suada de mãos e vamos lá!
Falei um pouco de minha trajetória como profissional, como professora de língua inglesa, e revisora de texto, bem como minha atuação como psicopedagoga.
Expressar ao gupo que a Pedagogia é algo que falta ao meu trabalho, acho que foi restaurador, não só pra mim, mas pra muitos que atuam profissionalmente e que carecem dessa humanidade, dessa ludicidade que tem a Pedagogia, e que no atuar em sala de aula, é como o palco e as luzes para o ator!
A cortina se fechou e meu tempo esgotou! Fui parada por falta de tempo! Enfim, missão cumprida e nem foi tão impossível assim!