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quinta-feira, 15 de março de 2018

Linguagem e Educação

Em nosso último encontro presencial no PEAD, tivemos a interdisciplina de Linguagem e Educação com a professora Ivany Souza Àvila que iniciou falando sobre os mais diversos tipos de linguagem e o quanto elas podem influenciar nossa forma de vida e visões sobre o mundo. Foram abordados aspectos sobre a linguagem oral, escrita, gestual, etc. 
Além disso, em pequenos grupos nos organizamos para discutir as diferentes formas de linguagem e como se dá a aquisição da línguagem pela criança.
Em meu grupo, composto por mim, Daniela Paixão, Ederson Cruz, Renata e Kasandra, discorremos sobre as primeiras expressões de linguagem do bebê e, como o choro e o balbuciar são importantes nessa fase do desenvolvimento infantil, desde o momento que é essa a primeira ferramenta comunicativa que possuem os recém-nascidos.
Assim, em meu grupo, apontamos alguns fatores essenciais para que esse processo comunicativo utilizado pelos bebês se dê de forma natural no desenvolvimento infantil. Elencamos, portanto, a condição neurobiológica de que depende a criança, dotada do aparelho fonador, bem como das condições físicas e neuropsicológicas  concernentes a sua constituição psicolinguística. 
Após discutirmos com o grupo, apresentamos nossos apontamentos ao grande grupo, observando que vários outros grupos trouxeram questões que iam ao encontro daquelas levantadas por nós, acrescentando informações importantes à discussão do grande grupo.
Ao término do debate, a professora nos apresentou um artigo  sobre Aquisição da Linguagem, de Samanta Demetrio da Silva que aborda os processos da aquisição da linguagem sob os mais diversos aspectos teóricos, seus autores e correntes diversas, o que de fato, só acrescentou à construção que havíamos levantado anteriormente.
Artigo disponível em: https://www.webartigos.com/artigos/aquisicao-da-linguagem/43208


terça-feira, 6 de março de 2018

Construção Teórica do Conhecimento - Escolas Democráticas


Ontem, 5 de março, demos início a  mais um semestre letivo no PEAD, e com ele, iniciamos nosso 7º eixo, na interdisciplina de Seminário Integrador, orientado, mais uma vez pela professora Simone Charczuk, a qual nos apresentou alguns pontos importantes que nortearão nossa etapa, durante este percurso.Começamos então, por assistir a um curta metragem dinamarquês, chamado "democratic schools", dirigido por Jan Gabbert, onde observamos as cenas de uma escola e seu dia a dia, sua disposição, cronometria, a forma como as aulas eram ministradas e a postura dos alunos, bem como de seus mestres. Além disso, é possível extrair desse filme a essência das escolas "democráticas" do mundo inteiro, pois se parecem com quase todas as escolas que conhecemos. E, apesar do nome remeter a um ambiente de liberdade e como o próprio já diz: escola democrática; ainda assim, percebemos que algumas ideias estão arraigadas e altamente posicionadas no modelo da educação conservadora e restritiva, com suas mesmas figuras e cenários inalterados.Após assistirmos ao curta, nos foi sugerido que fizéssemos uma relação de palavras-chave, as quais nos remetessem aquilo que entendíamos como conceitual em relação à mensagem transmitida pela animação. Assim, propusemos em pequenos grupos, primeiramente, uma  pequena síntese e, em seguida, desmembramos essa síntese em palavras que  nos dessem um aporte mais objetivo sobre os conceitos transmitidos pelo filme.
Desta forma, foram sugeridos muitos conceitos-chave que representavam as leituras feitas pelos  grupos e com eles, portanto, vieram termos como: educação bancária, o que imediatamente nos reporta à teoria freiriana, observadas na pedagogia diretiva, bem como às ideias propostas por Becker e a pedagogia relacional.
Além disso, foi proposta pelo grupo de Daniela e Alessandra, a relação do curta, numa abordagem histórico-dialética, com o texto Maquinaria Escolar, de Júlia Varela e Fernando Alvarez-Uria, onde encontram no texto uma versão sociológica do aparato escolar e sua criação como posição social que acompanha a humanidade por séculos.

"Que caracteriza fundamentalmente esta instituição que ocupa o tempo e pretende imobilizar no espaço todas as crianças compreendidas entre seis e dezesseis anos? Na realidade esta maquinaria de governo da infância não apareceu de súbito, mas, ao invés disso, reuniu e instrumentalizou uma série de dispositivos que emergiram e se configuraram a partir do século XVI. Trata-se de conhecer como se montaram e aperfeiçoaram as peças que possibilitaram sua constituição" (VARELA, ALVAREZ-URIA, 1992, P. 1).

O objetivo deste exercício, relacionado à exposição do curta, é que pensemos de forma teórica e que possamos elencar os mais diversos aprendizados e correntes estudadas até aqui na construção de nossas próprias conceituações e posicionamentos analíticos frente às questões que nos são apresentadas.
Finalmente, e observado pelas alunas e professoras, a construção do arcabouço teórico depende não só de nossas visões e valores de mundo, os quais vão tomando forma, ao longo de nossa moldagem acadêmica, mas também parte da quebra de paradigmas que nos sustentam e nos reformulam no caminho de nossas transformações pessoais em nível estudantil e profissional.

Fontes: https://youtu.be/Rumvh3QnL38
https://s3.amazonaws.com/academia.edu.documents/35060628/A_maquinaria_escolar.pdf?AWSAccessKeyId=AKIAIWOWYYGZ2Y53UL3A&Expires=1520357368&Signature=B4XT8%2F0DgiSRy1LIUjVuF6ctSuI%3D&response-content-disposition=inline%3B%20filename%3DA_maquinaria_escolar.pdf




segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O que é Aprendizagem?

Encerro minhas atividades no PEAD, com uma pergunta, que foi, na verdade, uma atividade proposta para a interdisciplina de Psicologia e que nos levou a inúmeras reflexões (filosóficas no meu caso) acerca do tema, percorrendo inclusive outras interdisciplinas ao longo do semestre e que cpmplementares entre si, acabam por formar um arcabouço epistemológico em nossas formações,  especialmente porque vêm dialogar com nossas orientações teóricas e ideológicas.  
A pergunta a qual discorremos em nosso primeiro fórum de atividades  foi "o que é aprendizagem?" e, penso, considerando o pressuposto teórico da teoria piagetiana e que nos foi apresentada neste eixo com as contribuições acadêmicas do professor Fernando Becker e de nossa professora Tânia Marques, nos trouxe inúmeras contribuições em nível de nossas aprendizagens, mas especialmente com  nossos olhares sobre o próprio conhecimento. Entendo também que, tanto a teoria piagetiana como os autores revisitados por nós, nas leituras de Freire e Morin, encontram-se paralelamente em conssonância com nossas construções como sujeitos históricos e portanto, pertencentes a uma cultura, uma identidade e um meio que nos proporciona e permite sermos aquilo que somos: agentes de nossas próprias jornadas e porque não dizer sujeitos epistêmicos em constante aprendizado.
Assim, voltando à pergunta sobre o que é aprendizagem, entendo que não seja possível decifrá-la a um só tempo ou, encerrá-la numa única teoria, pensamento, filosofia ou pessoa, mas em saberes que em contínuo movimento encontram-se, ao mesmo tempo, em nós e no meio, atrás e na frente, enfim, tudo aquilo que nos cerca, faz sentido e nos transforma.., ou ainda, que nos leva a questionarmos a nós mesmos, de maneira que assim podenos entender o sentido (não completo) a ser definido como uma forma de aprendizagem, que hoje é, e amanhã poderá ser outra coisa, contida em si, naquilo que já é/foi, mas também daquilo que virá.




FELICIDADE CONSUMISTA COM OS RATOS - STEVE CUTTS





Finalizamos o Eixo VI, no PEAD com muitas certezas e dúvidas que, consequentemente, geram mais questionamentos e reflexões, seja em nível pessoal, profissional, ou memo como sujeitos sócio-históricos que somos, numa sociedade cada vez mais "líquida".
Segundo Morin (2002), a qual debatemos, na interdisciplina de Filosofia, acerca dos "Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro"  e as respectivas cegueiras a respeito do conhecimento e das culturas, bem como a quebra de paradgmas; entendendo que, nosso ponto de partida sempre ocorre a partir daquilo que identificamos como realidade em nossa própria cultura, de maneira que, muitas vezes, não conseguimos nos libertar do status quo estabelecido e,  em avançarmos para o pensamento mais crítico sobre nós mesmos e o mundo a nossa volta. 
O vídeo acima é um bom exemplo de como temos nos estruturado em sociedade e o que, de fato, somos para o capital de consumo que, desvencilhado da historicidade e da cultura dos povos, só vê uma realidade, a de subsistir, feito ratos. 

Plano de Atendimento Educacional Especializado

Esta semana,  estamos em vias de finalização do eixo VI do PEAD e, concluímos a interdisciplina de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais com uma atividade muito interessante e produtiva,elaborada em conjunto com outros profissionais da escola..., que foi um PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, onde buscaríamos informações junto a/o profissional da sala de recursos/professores de nossas escolas para compormos e entendermos como se dá esses atendimentos e intervenções dentro do ambiente escolar, dentro de nossos contextos escolares. Obviamente, nem todas as escolas dispõem desse serviço, na âmbito da escola pública, o que é lamentável, considerando o grande número de alunos que necessitam desse apoio especializado para, compor assim, um atendimento interdisciplinar que possa atender as mais diversas realidades dos mais diferentes tipos de educandos que recebemos nas instituições públicas de ensino. 
À medida em que compunha o plano, observei que toda a caminhada teórica, durante o semestre, orientada pela professora e tutores, foi importantíssima para que entendenssêmos a linguagem adequada, utilizada nesse campo e dirigida a essas crianças/pessoas, bem como a abordagem técnica que podemos dar na hora da elaboração do PlANO DE DESENVOLVIMENTO, com vistas às novas leis, pesquisas recentes e trabalhos clínicos e acadêmicos que vêm ao encontro de nossa aprendizagem no PEAD.
Felizmente, em minha escola, tive a sorte de contar com uma profissional muito competente e engajada em promover uma educaçao especizalida significativa para nossos estudantes, contribuindo assim para o cenário institucional que hoje temos como realidade, que é o cenário, da inclusão, da diversidade e do acesso a todos.

PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

1. Dados de identificação
Nome do educando: _____________________________________________________________
Data de Nascimento: _______/________/_______
Unidade Educacional: ___________________________________________________________
Ano/série: ____________________________ Turno: __________________________________
Professor do ensino regular: _______________________________________________________
Professor do AEE: ______________________________________________________________

2. Estudo de Caso







3. Objetivos







4. Organização do atendimento
 Período de atendimento: de (mês) .......................... a (mês) .................................
 Frequência (número de vezes por semana para atendimento):
 Tempo de atendimento (em horas ou minutos):
 Composição do atendimento: (   ) individual   (   ) coletivo
 Outros:

5. Atividades a serem desenvolvidas no atendimento ao educando





6. Seleção de materiais a serem produzidos e/ou adequados para, pelo e/ou com o educando





7. Seleção de materiais e equipamentos que necessitam ser adquiridos





8. Tipos de parcerias necessárias para aprimoramento do atendimento e da produção de materiais





9. Pessoas que receberão orientação do professor de AEE sobre os serviços e recursos oferecidos ao educando
 Educando
 Família
 Profissionais da Unidade Educacional: Diretor/Dirigente, professores, coordenadores e profissionais administrativos.
 Colegas de turma/agrupamento/série
 Outros:


10. Indicação de formas de registro 

domingo, 10 de dezembro de 2017

Os Narradores de Javé

Sugeri, com base no aporte teórico trabalhado na interdisciplina  de Questões Étnico-Raciais, com uma turma de alunos, do EM, do noturno, cuja maior parte dos estudantes é adulta, fazermos uma análise do Filme  “Os Narradores de Javé”. Propus que assistíssemos ao filme, em nosso período de língua portuguesa e após o filme, formássemos uma roda de debate acerca do enredo e personagens do filme, bem como das visões propostas pelos alunos e suas mais diversas impressões. Pedi que fizessem um paralelo do filme com os acontecimentos que vivemos hoje, no cenário político em nosso país. 


A atividade foi muito rica pois, além do filme ter um viés cômico,  o que divertiu ao mesmo tempo, traz realidades típicas das classes menos favorecidas e menos esclarecidas em relação às situações de apropriações, garantia de direitos e também à questão do letramento e sua importância para o entendimento da realidadee à nossa volta, de uma maneira geral.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Como Estrelas na Terra, Toda Criança é Especial - Assista e surpreenda-se!




“Como Estrelas na Terra”, produção indiana de 2007, dirigida por Aamir Khan. O filme retrata a história de Ishaan em seu processo de escolarização e as dificuldades que enfrenta ao longo dessa jornada, bem como a presença e atuação de seu professor que nos mostra a importância de um olhar educacional e afetivo para com nossos estudantes e também a necessidade de uma intervenção pedagógica adequada no processo de ensino-aprendizagem.
O filme tem como objetivo discutir junto aos professorese profissionais ligados à área da educação, a importância de um olhar mais atento às dificuldades apresentadas pelos alunos e mostrar que é possível fazer a diferença quando sabemos como lidar com os desafios que apresentam muitos estudantes em sua vida escolar. E mostrar que as dificulades enfrentadas por Ishaan são mais comuns do que supomos e que perfeitamente podem ser um desafio para alguns professores que, desconhecendo as causas acabam por rotular a criança, condenando-a, muitas vezes, ao fracasso e desinteresse pela escola e pelo aprender.


sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Mulher x Preconceito

Em minha proposta de pesquisa para a interdisciplina de Seminário Integrador, orientado pela professora Simone Charczuk, proponho o debate e a pesquisa acerca das questões que relacionam a mulher e as mais diversas formas de preconceito. 
Ao analisar artigos, dados estatísticos propostos em pesquisas científicas, bem como dados oficiais de sites governamentais, observamos que o preconceito contra a mulher ainda é algo muito forte e deve ser combatido de todas as formas. 
identificamos também que esse mesmo preconceito, contra a mulher negra fica ainda mais agravado, especialmente nas comunidades mais pobres e relacionados à pobreza, falta de escolaridade e acesso à educação, bem como equiparação de salários e empregabilidade, além das taxas de feminícidio.
Abaixo, apresentamos a tabela proposta pelo IPEA- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e a taxa de escolarização da mulher negra em relação à mulher branca, mostrando a disparidade nos números, especialmente nos níveis mais elevados de ensino.

Tabela 3 – Taxa de escolarização líquida por nível de ensino, segundo cor/raça e sexo - Brasil, 2003

Taxa de escolarização
homem branco
mulher branca
homem negro
mulher negra
Educação Infantil
34,4
35,2
32,2
33,1
Ensino Fundamental
94,8
95,2
92,2
93,3
Ensino Médio
49,5
60,1
27,9
36,3
Ensino Superior
14,9
18,2
3,7
5,2

domingo, 26 de novembro de 2017

Censo escolar

Após proposta feita pela interdisciplina de Questões Étnico-Raciais na Educação, sobre o censo escolar com nossos estudantes, decidi fazer o censo de minha turma de 3º ano do Ensino Médio, a qual sou paraninfa. Por termos uma ligação muito forte em nossa relação professora-alunos, propus aos estudantes que respondessem ao questionário criado por mim, em um grupo virtual que compartilho com eles para nossas questões pedagógicas, referentes à disciplina de Língua Inglesa, para, assim, estabelecer algumas informações referentes aos dados de nossos alunos.
Abaixo posto o link dos resultados que levantamos.
https://docs.google.com/spreadsheets/d/1IbVVe4meLDK_ydg1b-lT6vcEggXT5KuYqxHcCa6iVzU/edit?usp=sharing

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Raça, Cor, Racismo

Temos a tarefa de desenvolver uma pesquisa com nossos alunos, como  proposta da interdisciplina de Questões Étnico-Raciais, onde levantaremos um censo educacional, no qual abordaremos as diferenças raciais de nossos estudantes em nossas escolas e/ou salas de aula. 
Para isso, nos foi sugerida a leitura do texto/documento "A COR OU RAÇA NAS ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS UMA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS DE PESQUISA DO INEP", elaborada por Adriano Souza Senkevics, Taís de Sant'Anna Machado e Adolfo Samuel de Oliveira, para a SÉRIE DOCUMENTAL ISSN 1414-0640 41.
Este texto faz, primeiramente, um relato histórico do censo no Brasil, bem como dos instrumentos e métodos utilizados ao longo dos anos e, propõe a seguinte pergunta norteadora: "O que pode ser feito para aprimorar esses processos?" 
Tem como instrumentos atuais para a classificação do atual censo, as medidas do Censo Escolar, Censo da Educação Superior, Saeb, Enem e Enade.
O texto aborda ainda, uma discussão conceitual sobre as questões relativas à raça, cor e racismo, apontando que em nosso contexto público e institucional, o conceito de raça veio a aparacer apenas em 1991. Além disso, traz um termo importante e muito utilizado nos dias de hoje,  que reflete de maneira mais ampla o sentido de pertencimento de um povo e sua cultura que é a palavra "etnia".
A leitura nos aponta ainda as bases para o sentido da palavra racismo e como esta, apoiada em três pilares conceituais se faz presente em nossa sociedade, sendo eles: 1) a corrente teórica, sobre a qual se aplicou comumentemente o conceito de raça e por conseqguinte, racismo; 2) o conjunto de preconceitos e discriminações pelos quais passam os não-brancos, como por exemplo, os dados de nossos estudantes em nosso sistema de ensino e os números que apresentam, mostrando que nosso sistema educacional é racista  e 3) a questão estrutural, que está ancorada no conetexto histórico e social da origem dos negros, por exemplo, em países colonizados por brancos, bem como a descaracterização do índio como mostrou o documento, o qual  o índio brasileiro foi simplesmente colocado de fora das pesquisas por muitos anos.
A partir do primeiro censo brasileiro, em 1872,  e seus dados obtidos quanto às raças predominantes no Brasil,  houve uma "necessidade" por parte do governo de estabelecer o que foi conhecido como processo de branqueamento da população, culminando com a leva de imigrantes caucasianos nesse período de nossa história, com uma população vigente, à época, de 14 milhões de habitantes, recebendo, portanto, mais 3 milhões de brancos europeus com o intuito de transformar a cor dos brasileiros.
Quanto aos dados demonstrados nas pesquisas e suas correlações com anos anteriores, observamos um aumento nos números da população de cor preta e parda, o que corresponde hoje a mais de 50% da população brasileira. Os números se devem ao fato, não de que o brasileiro esteja aumentando sua população de cor preta e parda mas, porque finalmente assume-se mais sua respectiva raça, cor e etnia, fato que no passado encontrava-se mascarado, muito em função da ausência instrucional quanto as perguntas feitas no censo e outros por não encontrarem-se em grupos de pertencimento étnico-raciais que os definisse de maneira correta, ou pelo completo desaparecimento dessas pessoas indicadas de forma correta nas pesquisas.