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domingo, 18 de junho de 2017

OS CONSELHOS ESCOLARES E A ESCOLA DEMOCRÁTICA

Para a interdisciplina de Organização do Ensino Fundamental, estamos analisando a forma de gestão democrática e como essa se relaciona com o Conselho Escolar. Assim, criamos uma lista de perguntas, como proposta da interdisciplina, onde verificaremos por meio de uma entrevista semi-estruturada, o envolvimento do Conselho Escolar, no contexto da escola e como os envolvidos estão relacionados e conscientes quanto às suas mais diversas funções, bem como da importãncia do CE dentro do cenário escolar e da comunidade em geral.

Perguntas para a entrevista proposta aos membros do Conselho Escolar de minha escola:

1) O que é um Conselho escolar?

2) O Conselho escolar está presente em todas as escolas?

3) Toda escola deveria ter um Conselho Escolar? Por quê?

4) Quem pode fazer parte do Conselho Escolar?

5) Como são escolhidos os membros do Conselho Escolar?

6) Quais as principais atribuições do Conselho Escolar?

7) Qual a importância do Conselho Escolar para a escola?

8) Qual lei regulamenta o Conselho Escolar?

9) Há algum tipo de formação para o Conselho Escolar?

10) Qual a principal atuação do Conselho Escolar em sua Escola/Comunidade?




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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Projeto de Aprendizagem

Na última semana, em nosso encontro presencial no PEAD, fizemos nossa apresentação, com PPT de nosso projeto de aprendizagem, para a interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação.
Assim, nosso grupo reuniu um pouco de nossas experiências, considerando que éramos quatro alunas neste grupo, com diferentes realidades e também com faixas etárias, de nossos estudantes, completamente distintas. No entanto, como o projeto, na verdade, começou com nossas próprias dúvidas a respeito de como operacionalizá-lo,   e também de que forma poderíamos contemplar algo que fosse comum a todas e/ou como traríamos isso a nossos alunos, etc, foram perguntas norteadoras também ao grupo, que se mobilizou na execução do projeto de forma bastante integrada e cooperativa.
Foi bastante gratificante pois também aprendemos muito com essa troca.



domingo, 11 de junho de 2017

Gestão Democrática

As concepções que temos em mente sobre gestão democrática, ainda sofrem um grande preconceito e parecem  carecer de estudos que possam reforçar  sobre o tema que trata  a gestão democrática, de forma a  distinguir  e ou mesmo desmistificar a separação  do contexto público e privado, pois quando falamos em gestão temos em mente sempre a ideia da hierarquia, do comando e de uma visão administrativamente empresarial. Não é bem assim.
O mesmo acontece no ambiente das escolas e a forma como essa gestão é feita, nos diz muito, não só sobre a identidade da escola, mas de que forma esta, garante o acesso, transparência e permanência do aluno à escola,  além das ações norteadoras que integram professores, comunidade e equipe diretiva.
A gestão escolar ancorada em princípios norteadores que buscam e primam por ações político-pedagógicas de cunho democrático, devem assim, estar dispostas a agregar de forma horizontal, por meio de seu plano político pedagógico, a instrumentalização do acesso e da particopação coletiva junto de todos que compõem o quadro efetivo da escola. 

"As concepções de gestão escolar refletem diferentes posições politicas e concepções do papel da escola e da formação humana na sociedade. Portanto, o modo como uma escola se organiza e se estrutura tem um caráter pedagógico, ou seja, depende de objetivos mais amplos sobre a relação da escola com a conservação ou transformação social. A concepção técnico-científica, por exemplo, valoriza o poder e a autoridade, exercidos unilateralmente. Ressalta relações de subordinação e rígidas determinações de funções e, ao supervalorizar a racionalização do trabalho e nome da eficiência e da produtividade, tende a retirar ou, ao menos, diminuir nas pessoas a faculdade de pensar e decidir sobre seu trabalho. (…) Por sua vez, as outras três concepções tem, em comum, uma visão de gestão que se opõe a forma de dominação e subordinação das pessoas e consideram essencial levar em conta os aspectos sociais, políticos e ideológicos, a construção de relações sociais mais humanas e justas, a valorização do trabalho coletivo e participativo". (LIBÃNEO, 2013, P. 105)




domingo, 4 de junho de 2017

Análise dos Portfólios de Aprendizagem

Hoje, encerramos a primeira etapa, do segundo momento das análises dos portfólios de nossos colegas. As análises referem-se às postagens dos eixos III e IV, do PEAD, que são parte das atividades propostas para a interdisciplina de Seminário Integrador V.
Em minhas análises, faço a leitura do blog da Daniela Paixão - http://danielajspaixao.blogspot.com.br/, que além de minha colega e parceira de trabalhos no PEAD, é também minha Bixo, do Projeto "adote um bixo". 
Assim,  temos consolidado nossas atividades numa parceria que tem dado certo. Temos um olhar crítico em nossas construções feitas durante esses eixos já percorridos e acordamos quando há necessidade de mudança, de revisão e (re)olhar mais atentamente sobre nossos projetos. 
Além disso, o que mais percebo em relação às nossas postagens, é nosso próprio caminhar, que tem acontecido de forma construtiva, respeitando nossos limites mas especialmente, nos agregando maior aprendizado.
Gostei muito de realizar essa atividade, pois, não é só uma forma de olhar como nossos colegas se expressam e têm formatado suas interpretações acerca dos mais variados temas que temos debatido, mas também a forma como nos colocamos nesse processo, que é intermitente e evolutivo.


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Administração x Gestão democrática

Hoje, durante a leitura do texto - Organização da educação escolar no Brasil na perspectiva da gestão democrática: sistemas de ensino, órgãos deliberativos e executivos, regime de colaboração, programas, projetos e ações,de João Ferreira de Oliveira, Karine Nunes de Morais e  Luiz Fernandes Dourado, proposta da interdiscplina de Organização da Educação Escolar no Brasil na Perspectiva da Gestão Democrática, foi possível identificar vários pontos que normalmente não debatemos em nossas escolas, ou mesmo entre colegas professores..., que é a questão da administração escolar e como isso tem ocorrido nos dias de hoje. Sabemos, por exemplo, que há uma certa distorção quanto  à categorização conceitual, já que temos  o termo "administração", normalmente associado a um termo empresarial, capitalista, etc. No entanto, muitas dessas teorias admnistrativas têm sido incorporadas à prática de gestão nas escolas, o que segundo o texto acima é uma forma errônea de tratar a administração escolar, já que lá no ambiente escolar, não temos a questão da produção associada ao lucro, ou mesmo às formas de agir do capital dentro da empresa, como produção, aumento da produção, mão-de-obra barata, mais-valia, etc.
Na forma de gestão da escola, o produto e o objeto é o aluno, que tem sua ação mediada pelo professor. Desta forma, o objetivo, na administração exercida na escola, não segue a lógica da administração empresarial, mas sim, da apropriação cultural que é que se faz dentro das escolas.
Desta forma, o texto nos deixa a par das concepções mercadológicas que inlfuenciam também os ambientes educacionais e que deveriam ser banidas de alguma forma, fazendo o diferencial aparcer por meio da gestão democrática e suas características organizacionais e pecualiares, como a educação indígena, por exemplo, ou nos ambientes escolares das periferias, com a participação popular, o conselho de classe, a votação para diretores, a assembléia de pais, além de todos os outros aspectos que fazem de uma gestão democrática a forma correta de umaescola existir como organismo social vivo em meio a qualquer comunidade.
A gestão escolar, portanto, tem uma lógica única, que está muito mais associada à apropriação da cultura que do "lucro", sendo este aqui, entendido como aprendizado satisfatório e preparação para o estudante, mesmo após a saída da escola.



domingo, 21 de maio de 2017

Organização do Ensino Fundamental

Hoje iniciei as tarefas da interdisciplina de Organização do Ensino Fundamental. Na tarefa proposta, assistimos ao vídeo sobre a aula inaugural deste ano,  da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que contou com muitas entidades representantes de segmentos da educação no RS, bem como com a ilustre presença do professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Jamil Cury.
Em seu discurso, o professor nos traz uma analise histórica e também política, desde a criação da LDBN até os fatos políticos que se correlacionam com as transformações que estão sendo propostas em nossas bases constitucionais, tão arduamente conquistadas!
Com o propósito de chegarmos à reflexão sobre a construção de uma lei que proteja, legalize e crie incentivos à educação, seja básica ou superior, é necessário que os educadores estejam atuantes no entendimento e aplicação da Lei de Diretrizes e Bases e que possam trazer à luz do conhecimento as informações necessárias para que possamos, como classe, defendê-la num plano nacional, pois como refere o professor Jamil Cury, mexer na LDBN é abrir mais um caminho para o retrocesso, a exemplo da Reforma da Previdência.

sábado, 20 de maio de 2017

Botando o Projeto em Prática

Nosso projeto para a interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação, tem como objetivo trabalharmos a leitura em sala de aula, assunto que mesmo os alunos tendo bastante dificuldade, entendem como algo bastante necessário. No meu caso, que tenho como público, alunos do 3º ano do Ensino Médio, em vias de finalizar o Ensino Médio e com os olhos no Enem e  vestibular, essa consciência  é ainda mais acentuada. Desta forma, sendo minha disciplina a língua inglesa,  o projeto de aprendizagem - Leitura em Foco - traz aos meus estudantes uma oprotunidade única de colocarem em prática seu aprendizado da língua ao longo dos 3 anos do E.M.. Escolhemos, portanto, livros ao bel-prazer dos alunos, onde a leitura se daria exclusivamente em língua inglesa, e com a ajuda de dicionários,  e não tradutores. Um combinado que fizemos em sala de aula.Assim, os estudantes apresentarão suas leituras rapidamente, de forma oral e em Português para o grupo  de colegas e a professora, e também entregarão uma ficha de leitura, mesclando Inglês e Português, como forma de fazer o que chamamos  em  inglês de reading comprehension. Propus então, uma ficha de leitura, facilmente disponível e reproduzível em vários sites da internet, de forma que estabelecessemos alguns critérios de análise em  nossas leituras. Os alunos respeitaram seus níveis de conhecimento com o idioma e assim buscaram livros que se adequassem às suas competências linguísticas, o que foi muito interessante, pois desta forma,  podiam criar suas estratégias sem estarem em desacordo com seu próprio entendimento leitor.


Ficha de Leitura reproduzível, sugerida aos alunos - Book Report,  disponível em: http://www.educationworld.com/tools_templates/bookreport_fiction.doc

domingo, 14 de maio de 2017

Paraninfa


Esta semana, em minha escola, tive um momento muito especial com meus alunos, do 3º ano! Fui escolhida como professora paranifa  da turma. É  uma turma que acompanho há alguns anos na trajetória do ensino médio e tenho um carinho enorme por todos. 
Temos uma classe bastante variada, mas com uma característica única: todos são muito unidos! Pra mim, é um grande privilégio fazer parte deste grupo e poder acompanhá-los até a saída desta etapa do ensino básico. Sei que eles têm um carinho enorme por mim, também, e sabem que podem contar comigo, não só como a professora de língua inglesa, mas uma apoiadora em condicional, já que todos buscam seus sonhos e realizações e é meu dever como educadora orientá-los!
Participam, portanto, alguns alunos, escolhidos entre eles, para comporem a comissão de formatura que cuida dos aspectos burocráticos  das coisas pertinentes à formatura, venda de rifas, venda de lanches na escola, compra do moletom e da camiseta da turma. Temos, então,  um grupo fechado no Face e também um grupo no whats, assim, podemos estreitar nossos laços de comunicação. Eles se sentem mais protegidos e cuidados  e penso que isso faz uma grande diferença, pois têm na figura da professora-orientadora alguém com quem se aconselhar e dicustir alguns assuntos as quais eles eventualmente tenham dúvidas ou queiram sugestões.
É  muito bom saber que farei parte de um pedacinho da história desses adolescentes, que agora se preparam para essa jornada final da escola, rumo à universidade, na busca de outros caminhos e desafios. Desta forma, sinto que a responsabilidade é grande na tarefa de nortear seus caminhos para que possam também levar um pouco de mim e deixar um pouco de suas histórias comigo! 


sábado, 6 de maio de 2017

Ansiedade na Vida Adulta

Esta semana, meu grupo do PEAD, Daniela, Ivonete, Kasandra e eu, finalizamos mais uma etapa de nossos trabalhos. Nosso projeto sobre a ansiedade na vida adulta, a qual decidimos o tema em conjunto, foi a proposta para a interdisciplina de Psicologia da Vida Adulta. 
Há muitas coisas a dizer sobre a ansiedade na adultez, especialmente sobre a linha tênue que separam nossos medos naturais de nossas angústias mais profundas, o que ocasionaria uma característica que impede o sujeito de levar uma vida normal. Então, se considerarmos que vivemos num mundo que de certa forma nos coloca de cara com os fatores que geram ansiedade, seja num ponto normal, de estarmos atentos a perigos corriqueiros, até mesmo a situações específicas de violência, crimes, etc podemos inferir que a evolução natural das formas sociais, as quais também somos responsáveis, cria um novo paradigma para a psicologia e medicina, na medida em que transforma o ambiente em que as pessoas interagem.
Sabemos que medos oriundos da infância, e que continuam de forma descontrolada, podem gerar ansiedade em um nível patológico, ou mesmo estarem coexistentes com outros fatores psicoemocionais, além de fatores externos como ansiedade gerada por traumas diversos.
Desta forma, entendemos que há muito  o que pesquisar no campo das ciências humanas e da saúde,  para que possamos ajudar mais efetivamente os indivíduos que sofrem de ansiedade. No entanto, sabemos, também, que muito já está sendo feito e que há muitas formas de aliviar os sintomas ou mesmo trazer às pessoas uma forma de vida normal, seja por meio de terapia psicoterápica, psicofarmacológica, ou mesmo exercícios físicos, as quais sabemos, alíviam bastante os sintomas; além, é claro, da forma combinada de muitas formas de intervenção que vão depender da situação individual de cada paciente, a qual sabemos, é única.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Projeto Pedagógico em Ação

Estamos elaborando eu, Daniela, Ivonete e Kasandra, um projeto que chama-se Leitura em Foco, onde desenvolveremos um trabalho  de aprendizagem-ensino, juntamente com nossas turmas, em nossas respectivas escolas. 

Esse trabalho é parte das atividades propostas para a interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação, de forma que retomaremos parte de nossos aprendizados vistos no semestre passado, na interdisciplina de Seminário Integrador
Nosso propósito com esse projeto é auxiliarmos e identificarmos os passos que envolvem a leitura na escola, por nossos estudantes, ou mesmo a falta dela. Assim, criamos um blog, onde é possível dialogarmos de forma simultânea sobre nossas leituras, atividades, certezas e dúvidas, bem como complementarmos nossas ideias  acerca de nossas descobertas.


Link de nosso blog: https://leituraemfocopead.blogspot.com.br/