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domingo, 4 de dezembro de 2016
Memória e Registro
Chegando a mais um final de semestre, é possível avaliarmos algumas ações que foram marcantes em nossos estudos, no PEAD. Um deles, foi o trabalho que fizemos de pesquisa e resgate de nossos registros de memória, por meio da fotografia. A fotografia como arte, como documento, e como registro de memória histórica e documental.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Multiplicação e Divisão a Toda Hora
Ontem, durante a leitura do artigo proposto pela interdisciplina de Representação do Mundo pela Matemática da revista Nova Escola, vimos,como ações comuns e práticas do dia a dia, podem acrescentar um mundo de possiblidades e de aprendizado aos nossos alunos. Aprender matemática não se resume apenas a cálculos e muito menos à memorização forçada de regras e tabuadas. Aprender a mensurar e desenvolver o raciocínio lógico pode estar na construção do telhado da escola, como vimos no artigo, ou mesmo numa receita de cuzcuz
Desta forma, é importante que os professores das séries iniciais desenvolvam estratégias pdagógicas e até mesmo lúdicas para despertar nos pequenos a curiosidade e o gosto por novos aprendizados, sem necessariamente que haja pré-requisitos curriculares, que muitas vezes, amarram o trabalho dos professores e consequentemente não contemplam a possibilidade de desenvolver nos pequenos novas habilidades e competências.
http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo4/matematica2/campo_multiplicativo/nova_escola_campo_multiplicativo.pdf
domingo, 20 de novembro de 2016
OCUPAÇÕES
Recebemos em nossas atividades on-line do PEAD, na interdisciplina de Estudos Sociais, a tarefa de desenvolvermos um portfólio, sobre o sentido de identidade. Como sugestão, nos foi dada a possibilidade de pesquisar sobre a história do Rio Grande do Sul ou de Porto Alegre, mas o tema estava em aberto, podendo abrir o diálogo para outros campos.
Decidi falar sobre o movimento das ocupações nas escolas do RS, nesse ano de 2016. Obviamente, trazendo à reflexão nosso cenário político e toda a série de mudanças que tivemos em nosso país, no pós-impeachment.
As ocupações, hoje, representam muito da identidade do estudante brasileiro e sua consciência quanto ao pertencimento às instituições públicas de ensino e cultura, de forma, que nos leva ao entendimento de que este mesmo jovem precisa ser ouvido, representado e acima de tudo precisa receber dignamente um serviço de qualidade, que busca nos locais de ensino e cultura.
Nossos jovens, ao ocuparem as instituições, deram uma verdadeira aula de cidadania, cooperação e ressocialização do ambiente escolar. E é disso que o Brasil precisa, que ocupemos o lugar que pertence ao povo, que é dele de direito, já que é por meio dele que um país se faz.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
CHAPA 2
Estamos vivendo, e vendo..., além de todo o cenário político, de nosso país, a vida social mudar e muito! O cidadão comum já não é mais o mesmo. Hoje, temos mais de 200 universidades e institutos superiores ocupados, por estudantes que protestam contra a chamada PEC da morte. A PEC 55, além da lei da mordaça, sobre a escola sem partido, como também sobre a lei que pretende reformar o Ensino Médio, em nível nacional. Todas essas alterações que mexem e mexerão em nossas vidas, seja como pais, professores e alunos, também adentrou o PEAD e é nesse clime de política e projetos públicos e sociais, voltdos à educação, que temos, após muitos anos de um jejum, sem disputas, Chapa 1 e 2.
Ouvimos os debates, suas propostas, seus obstáculos e entendemos que há muito que se fazer dentro da universidade pública, especialmente nas áreas das humanidades, base forte da Educação em todos os âmbitos que atuam. Desta forma, é salutar que nós entendamos o papel da Pedagogia a distância, modalidade desenhada pelo programa do PEAD, dentro da UFRGS, por meio da UBA, onde mesmo com um lay out totalmente próprio, temos nossas posições e queremos manifestá-las, pois que, a maioria de nós, professoras, estudantes do PEAD, atuamos em sala de aula, em nossas escolas e buscamos através dessa formação em nível de graduação, aprimorar nossos conhecimentos e reforçar nossa participação como estudantes em plena atuação, dentro da universidade pública, lugar que é nosso por direito e que deveria ser não somente de acesso a poucos, mas de pertencimento às maiorias.
Com esse pensamento forte, na estruturação e fortalecimento de um PEAD mais sólido para nossos futuros colegas e educadores, é que escolhemos a CHAPA 2 para nos representar nessa nova etapa de diretrizes e propostas, além de um espaço de diálogo e socialização entre as mais diversas áreas do pensar. Abaixo, disponibilizamos, nosso manifesto em apoio à Chapa 2:
Ouvimos os debates, suas propostas, seus obstáculos e entendemos que há muito que se fazer dentro da universidade pública, especialmente nas áreas das humanidades, base forte da Educação em todos os âmbitos que atuam. Desta forma, é salutar que nós entendamos o papel da Pedagogia a distância, modalidade desenhada pelo programa do PEAD, dentro da UFRGS, por meio da UBA, onde mesmo com um lay out totalmente próprio, temos nossas posições e queremos manifestá-las, pois que, a maioria de nós, professoras, estudantes do PEAD, atuamos em sala de aula, em nossas escolas e buscamos através dessa formação em nível de graduação, aprimorar nossos conhecimentos e reforçar nossa participação como estudantes em plena atuação, dentro da universidade pública, lugar que é nosso por direito e que deveria ser não somente de acesso a poucos, mas de pertencimento às maiorias.
Com esse pensamento forte, na estruturação e fortalecimento de um PEAD mais sólido para nossos futuros colegas e educadores, é que escolhemos a CHAPA 2 para nos representar nessa nova etapa de diretrizes e propostas, além de um espaço de diálogo e socialização entre as mais diversas áreas do pensar. Abaixo, disponibilizamos, nosso manifesto em apoio à Chapa 2:
MANIFESTO DISCENTE DE GRADUAÇÃO E DE PÓS-GRADUAÇÃO DE APOIO À CHAPA 2
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
Nós, graduand@s do curso de Licenciatura em Pedagogia Presencial e na Modalidade à Distância (PEAD) da FACED-UFRGS, manifestamos nosso apoio à CHAPA 2 “Acolhimento, Diálogo e Presença Acadêmica”, composta pelas professoras SIMONE VALDETE DOS SANTOS e CÍNTIA INÊS BOLL, que concorrem respectivamente à direção e vice-direção da FACED e convidamos você que também é alun@ DE GRADUAÇÃO OU DE PÓS-GRADUAÇÃO a fazer parte
deste manifesto conosco. Estamos vivendo um momento histórico na FACED-UFRGS que, após 24 anos, está tendo a oportunidade de exercer o direito democrático nessas eleições paritárias compostas por duas chapas para consulta à Direção.
Quem teve a oportunidade de participar dos debates presenciais ou online (disponíveis na pagina da FACED-UFRGS (https://www.facebook.com/ pages/Faced-Ufrgs/ 154093414677965?fref=ts) pode constatar que as chapas têm como principal objetivo a gestão democrática. Nos debates que ocorreram a professora Simone Valdete dos Santos evidenciou claramente em seu discurso acerca de sua experiência frente a gestão da FACED, seus esforços empreendidos para que houvesse a 2a edição do PEAD como também elencou aspectos a serem melhorados envolvendo todos os segmentos da comunidade.
Nessa perspectiva, na busca por continuidade e qualificação para a próxima gestão, a professora Simone Valdete dos Santos tem como parceira a professora Cíntia Inês Boll com quem já trabalhou junto na 1a edição do PEAD. Dentro desse cenário, acreditamos que a CHAPA 2 “Acolhimento, Diálogo e Presença Acadêmica” (veja aqui algumas das propostas https://www.facebook.com/ PausaPraOCafecomAChapa2/ ) reafirma o compromisso social e democrático com a educação pública e com os nossos direitos de discentes.
Portanto para que possamos efetivar nossa representatividade acadêmica, nossos interesses e desejos nessa luta diária, convidamos tod@s a votarem pelo PORTAL, COM LOGIN E SENHA, nos dias 17 e 18 vote na CHAPA 2 , nas professoras SIMONE e CÍNTIA!!!
Agradecemos o apoio de todxs!
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terça-feira, 8 de novembro de 2016
Ciências
Esses vídeos foram propostos pela interdisciplina de Representação do mundo pelas Ciências.
Foi muito interessante e os alunos se divertiram bastante! Usamos nosso laboratório de Ciências da escola, para realizarmos a atividade.
Os alunos foram convidados aleatoriamente e só participou da experiência quem quis. Criamos um pequeno grupo no Face e colocamos vários comentários, o link das experiências e eles escolheram quais experiênias gostariam de fazer. Uma das experiências não deu certo e foi bastante produtiva mesmo assim, pois os estudantes puderam ver onde e como erraram nas etapas do experimento.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Ocupa Faced
Impossível falar de educação e/ou mesmo fazer relações com nossas práticas educativas se não pararmos para refletir sobre o que está acontecendo com nosso país. Estamos retrocedendo a passos largos e em breve é possível que caiamos no obscurantismo daqueles que ditam leis sórdidas em nossa nação, tirando direitos dos trabalhadores, sucateando a educação pública de qualidade e trazendo atrasos que nos acompanharão por gerações.
Hoje, a Universidade federal do RS, a qual faço parte, como aluna da graduação e pós-graduação, dá um passo importante no confronto às medidas tomadas pelo governo interino, que desde que usurpou vem, sem qualquer escrúpulo, criando o clima de caos e desruição de nossa sociedade!

Resistência UFRGS - Ocupa FACED
3 h ·
Manifesto do Ocupa FACED
Na assembléia
Nós, estudantes da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul ocupamos hoje o prédio da FACED, após deliberação em assembléia geral de estudantes. Lutamos pelo fim IMEDIATO da PL nº 193/2016 – Escola sem partido, da PEC nº 55 (Antiga 241) que congela por vinte anos os investimentos na educação, saúde e segurança e da MP nº 746/2016 do Ensino Médio que reformula o currículo da educação tornando facultativo, disciplinas como: Sociologia, Filosofia, Artes e Educação Física.
Enquanto educadoras e educadores em formação, reiteramos a importância de ocupar e resistir, principalmente, dentro dos espaços ligados à educação. Por isso, a FACED, que loca cursos como Pedagogia, Licenciatura em Educação do Campo, Pós Graduação em Educação e Pedagogia à Distância (além de várias disciplinas de outras licenciaturas), não poderia manter-se inerte à conjuntura nacional. Sendo assim, acreditamos que seja indispensável permanecer na luta contra mecanismos que sucateiam a educação, através de retrocessos deste governo ilegítimo.
Realizaremos nossa primeira assembléia dentro da ocupação hoje, às 19 horas. Por isso, convidamos as/os estudantes a se somarem nesta luta, participando deste movimento e ocupando, também, outros espaços dentro e fora desta universidade.
FORA TEMER!!!
FORA TEMER!!!
Porto Alegre, 31 de outubro de 2016.
domingo, 23 de outubro de 2016
Michael Apple
Esta semana, assisti ao Seminário com Michael Appel, na Faced, e foi bastante produtivo para que pudéssemos refletir a questão da ascenção da direita e do neoliberalismo em nosso país, e de que forma essas tendências..., que na verdade, desde sempre estiveram, aqui, em nosso país, acabam por tomar forças descomunais no cenário político, numa época de crise política, de golpes e desmandos no meio judiciário, à medida que vai enfraquecendo nossa tão jovem e frágil democracia.
Apple, infere que a educação é onde tudo acontece e é apenas o único meio para que uma nação possa estabelecer-se no cenário atual, levando em consideração as questões sociais e o indíviduo como um ser social, na sua integridade.
Durante o intervalo, saímos eu e mais dois colegas para o famoso café no Antônio e discutíamos como a situação estava caótica, e que discutir política tinha se tornado um ato ofensivo, colocar suas oponiões de forma clara e se posicionar a respeito de fatos que estão intimamente ligados à nossa história era quase como um atestado de anarquia e caos.
Um dos professores, que trabalha na escola militar de POA, disse que (lá) enfrentam uma atmosfera de total repressão, com suas provas sendo revisadas por militares, para que se evite a qualquer custo qualquer menção ao cenário político atual.
Me pergunto: que país é esse? Voltei no tempo e ainda não sei?
Apple sugere ao final do seminário, que temos uma missão como educadores, que é a de evitar a ascenção da direita em nossas esferas, já que o conservadorismo, o radicalismo e a violência se sustentam muito bem nessa nuvem incerta de usurpadores e inquisidores justiceiros, apoiados por uma mídia marrom e golpista, que faz questão de ser parcial quanto aos desmandos que vive nossa nação. Lembrou também o importante papel de Paulo Freire em nossa educação e como devemos nos valer de seu trabalho como uma forma norteadora em nossa prática como educadores.
domingo, 16 de outubro de 2016
sábado, 15 de outubro de 2016
dia do professor
Penso que quando um dia é muito lembrado, por uma nação toda, é porque há sérios problemas por trás dele! E no Brasil, o dia do profissional mais lembrado por todos é o dia do professor! Poucos lembram qual o dia do médico, do bombeiro, do contador, do barbeiro, do jardineiro, do açougueiro..., com tanta pontualidade como o dia do professor! Isso me questiona e me remonta a dias de outros excluídos pela sociedade como os negros, as mulheres, etc!
Será porque nós, professores, ao longo dos anos temos sofrido a desqualificação não somente por parte de nossos empregadores e governo, que teimam em atacar o pilar de toda e qualquer sociedade, mas também pelas famílias que delegaram às escolas o papel de educar seus filhos?
Na escola buscava-se informação, e hoje, os jovens buscam no professor muito mais que isso! Buscam o norte! Não à toa, que fazemos concomitantemente o papel de psicólogos, orientadores, conselheiros, assistentes sociais, e não raro, pai e mãe!
Triste realidade!
Aos meus colegas que hoje, de fato, nas escolas públicas trabalham mais pelo amor que qualquer outra coisa!
Muitos professores que nas escolas estão doentes, física e emocionalmente abatidos, ainda assim cumprem sua missão, arrastando-se como que agrilhoados à esta realidade!
Haverá um dia que não teremos mais os vocacionais atributos que dirigem um ser qualquer a esta profissão! E haverá um dia em que seremos lembranças Wikipédicas!
Feliz dia do professor a todos!
Obrigada aos meus estudantes por existirem a essa época sendo as pessoas que de alguma forma me inspiram a continuar respirando, mesmo que por aparelhos, num sistema falido e corrompido!
Será porque nós, professores, ao longo dos anos temos sofrido a desqualificação não somente por parte de nossos empregadores e governo, que teimam em atacar o pilar de toda e qualquer sociedade, mas também pelas famílias que delegaram às escolas o papel de educar seus filhos?
Na escola buscava-se informação, e hoje, os jovens buscam no professor muito mais que isso! Buscam o norte! Não à toa, que fazemos concomitantemente o papel de psicólogos, orientadores, conselheiros, assistentes sociais, e não raro, pai e mãe!
Triste realidade!
Aos meus colegas que hoje, de fato, nas escolas públicas trabalham mais pelo amor que qualquer outra coisa!
Muitos professores que nas escolas estão doentes, física e emocionalmente abatidos, ainda assim cumprem sua missão, arrastando-se como que agrilhoados à esta realidade!
Haverá um dia que não teremos mais os vocacionais atributos que dirigem um ser qualquer a esta profissão! E haverá um dia em que seremos lembranças Wikipédicas!
Feliz dia do professor a todos!
Obrigada aos meus estudantes por existirem a essa época sendo as pessoas que de alguma forma me inspiram a continuar respirando, mesmo que por aparelhos, num sistema falido e corrompido!
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Eleições sem educação
Mesmo depois de todos os rebaixamentos pelos quais sofre nosso Estado, todo o desrespeito vivido por parte de partidos partidos políticos que através de pessoas inescrupulosas utilizam a máquina pública para fazer valer seus interesses privados e de um pequenos grupo de pessoas que os subsidiam em suas campanhas milionárias.
Mesmo com uma mídia interesseira e antiética, que visivelemente atrás de seus interesses e privilégios tira e coloca ao bel-prazer figurões que mais fazem lembrar à época do coronelismo em nosso país; mesmo após tudo isso fragmentar e enfraquecer nossa frágil e jovem democracia, continuamos a eleger pessoas que representam interesses de uma minoria elitizada e exclusivista que não aceita o desenvolvimento social como marca de uma sociedade mais igualitária e humana para todos, onde todos tenham as mesmas oportunidades. Perguntamo-nos: qual o papel da educação neste cenário conservador e retrógrado?
Nossa cidade retorna ao cenário dos favores e dos apoiadores do golpe, daqueles que tem na direita a raiva e a sustentação de uma sociedade dividida, separada e segregada.
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